Último Post!

A  Escs1 é uma ervilha1

Este local onde nos cruzamos todos os dias com as mesmas pessoas que já reconhecemos sem por vezes saber os nomes, é o nosso pequeno mundo onde os interesses são semelhantes e a finalidade é a mesma, obter formação numa área que nos seduz e nos empurra para a frente.

Por vezes é difícil encarar outro tipo de dimensão, quando se acaba a formação e se parte para a versão real daquilo que estivemos a apreender durante os últimos três anos. É o colocar em prática conhecimentos, o lidar com novas, diferentes e difíceis pessoas. Muito embora tenhamos sido “treinados” para alguns desafios, haverá outros, sobretudo a nível pessoal, que nos irão colocar à prova e exigir de nós o nosso melhor por vezes com verdadeiro esforço e determinação.

Não, já não estamos na ESCS estamos no “mundo lá fora” onde nos cruzamos com gente diferente diariamente, onde cada um persegue os seus diferentes sonhos de maneiras tão diferente, onde as armas com que se luta por vezes não são as mais legais e honestas. Mas mesmo assim temos que encarar e começar tudo de novo e enfrentar e alargar horizontes e treinar e mais uma vez colocar em prática tudo o que a nossa formação nos proporcionou. Procurar em nós o que ganhamos e inspirar-nos em tudo o que recebemos.

 Count on Me (illustrated) – Bruno Mars

E sim, vamos procurar os antigos colegas e vamos enviar mails para pedir ajuda e vamos recorrer às “bases de dados” que construímos ao longo dos três anos e se estivermos em dificuldades para enfrentar um grande desafio vamos pedir ajuda aos nossos professores (que o serão para sempre) e se assim fizermos vamos começar a ver o mundo doutro modo, pois vamos voltar a cruzar-nos no nosso novo mundo com antigos colegas que também enfrentam os mesmos medos e os mesmos reptos e com eles e através da nossa relação com eles vamos, certamente, conseguir tornar o nosso novo grande mundo numa pequena ervilha.

 

Os dinossauros estão extintos?

dino2

Claro que não! Há dúvidas?

Logicamente, não falo daqueles animais enormes que nunca ninguém viu, fazem parte do nosso imaginário e que desapareceram da face da Terra há aproximadamente 65 milhões de anos. Refiro-me a analogia que se faz entre os dinossauros e as pessoas que não se adaptam às mudanças, querendo viver num momento (este) que, simplesmente, já passou e não existe mais.

dino1Embora tanto a área de Relações Públicas (RP) como a de Comunicação não sejam das mais pesadas e estáticas ainda contam com muitos dinossauros que teimam em não se atualizar resistindo estoicamente a qualquer tipo de mudança.

Nesta área de conhecimento por vezes torna-se difícil estar sempre “on” pois as atualizações são diárias. Existe uma necessidade de estar sempre “na crista da onda”, atendendo a tudo o que acontece ao nosso redor, sem descurar pormenores e novos lançamentos. Obrigatório estar conectado à todos os instrumentos que nos possam fornecer atualizações sejam elas de que índole forem.

Um descuido um relaxamento pode tornar-nos rapidamente desatualizados.

Os dinossauros costumam ficar “presos” em metodologias que dominam mas que já se encontram ultrapassadas, embora estas lhes transmitam uma (falsa) sensação de segurança e domínio. Insistir neste tipo de comportamento, de não atualização provocará o atraso e a total perda de novos conhecimentos.

Na era digital em que vivemos a agilidade é vital no domínio da tecnologia que surge diariamente.

dino3

Os avanços tecnológicos são avassaladores e na vertente comunicacional surgem novidades a uma velocidade vertiginosa.

Neste momento já existem no mundo 2 mil milhões de dispositivos Android. O que permite uma divulgação de informação a uma escala mundial global. A evolução tende para uma comunicação totalmente verbal, inviabilizando e tornando obsoleta a comunicação escrita.

Os operadores continuam a oferecer os seus serviços cada vez a preços mais reduzidos, aumentando desta maneira os consumidores/transmissores de informação em todo o mundo.

A existência de assistentes virtuais (Siri da Apple, Cortana da Microsoft e Google Assistant) que permitem comando de voz para muitas tarefas, numa evolução crescente dos aplicativos móveis que pretendem cativar novos utilizadores na população mais pobre e iletrada, certamente culminará com o fim da necessidade de ler e escrever mensagens.

The Big Bang Theory – Siri

Esta “comodidade” é já apanágio da nova geração de jovens, que, cada vez mais, comunicam com recurso ao comando por voz, ditando instruções e mensagens aos seus modernos aparelhos digitais.

As barreiras à comunicação continuam a cair uma depois de outra, aumentando de forma exponencial os utilizadores e os meios de comunicação.

Nesta época de comunicação sem barreiras, a par do conhecimento deverá ser praticada uma assertividade contínua de modo a que os impactos nos sejam favoráveis e não nos tornem os próximos dinossauros desta era digital.

 

 

 

 

 

“Um Press Release (PR) é do tempo do Downton Abbey”

Um Press Release é mesmo do tempo de Downton Abbey, mas isso não significa que seja antiquado ou “démodé”…

Ambos os “acontecimentos” se situam no início do século XX, sim, é verdade, há mais ou menos 100 anos!

A série Dowton Abbey retrata a vida de uma família aristocrata inglesa durante o reinado de Jorge V, iniciando-se a história com a tragédia do Titanic, em 1912 enquanto o primeiro PR surge pela mão de Ivy Lee, informando de um acidente de comboio, que vitimou 53 pessoas, ocorrido em Outubro de 1906. O comboio em questão era propriedade da empresa de transportes onde Ivy Lee trabalhava que, em resposta à tragedia, considerou ser prudente emitir uma esclarecimento sobre o acontecido. A mensagem foi prontamente divulgada pelo New York Times respeitando na totalidade a redação de Ivy Lee.

PR1

Estavam lançados os alicerces para uma nova era da Comunicação Empresarial e consequentemente das Relações Públicas (RP).

Segundo a Infopédia: PR é uma notícia ou informação promocional enviada aos órgãos de comunicação social com o objetivo de ser divulgada ou tratada como fonte de informação produzida por esses órgãos. https://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa/press release

E segundo o Cambridge Dictionary: PR is a public statement given to the press to publish if they wish. http://dictionary.cambridge.org/pt/dicionario/ingles/press-release

Deste modo constatamos que o PR para funcionar tem que ser divulgado devendo para isso ser adequado, verdadeiro e apelativo.

O PR tem vindo a ser ajustado às novas tendências e tecnologias procurando o alinhamento e o destaque da sua posição como pilar comunicacional das RP.

O PR informa muita gente rapidamente e com eficácia de uma situação seja de que índole for, como por exemplo:

  • Noticiar problemas/crises da empresa.
  • Informar sobre lançamento de novos produtos/edições ou serviços de interesse geral.
  • Informar sobre alterações estruturais na empresa.
  • Comunicar novas parcerias.
  • Informar sobre acontecimentos importantes.
  • Informar sobre eventos e/ou conferências de imprensa.

 

PR2

https://designbearmarketingdotcom.wordpress.com/2014/10/14/must-have-pr-tool-infographic-on-the-press-release/

A abrangência de um PR bem elaborado é ilimitada, sendo o seu foco a afetação do público pretendido pronta e eficazmente. Sendo por isso hoje em dia e como sempre foi uma ferramenta indispensável na empresa.

O PR deve ser eficaz, ter o tamanho adequado, nem muito longo nem “pobre” e deve conter uma história recente, interessante e notória.

Deve contar com uma boa manchete que prenda a atenção do jornalista mas sobretudo deve ser real e verdadeira e respeitar a notícia em causa.

PR3

https://designbearmarketingdotcom.wordpress.com/2014/10/14/must-have-pr-tool-infographic-on-the-press-release/

Com o passar dos anos, o PR tem ganho contornos mais estruturados tendo com especial atenção a estrutura visual e valorizando muito o modo de escrita mas considerando sempre o destinatário, a mensagem e o teor.

A apresentação e o conteúdo deverá sobressair de entre os outros PR que surgem diariamente nas mesas dos jornalistas de modo a que tenha direito a uma divulgação que permita a propagação da nossa mensagem.

 

 

 

 

Video: How to write a Press Release | Len Smith

 

Project #LIVE

twititle

Já não existem histórias com início, meio e fim. As histórias acontecem a toda a gente, em todo o momento. E partilhamos. Partilhamos a nossa vida, os nossos acasos, as nossas preferências, os nossos “likes” e “dislikes”.

Tentamos e, por vezes, conseguimos inovar, ser criativos queremos receber “feedbacks”, integrar e ser integrados.

Este projeto #LIVE é um modo de fazer histórias ao Segundo, onde alguém começa a escrever e partilha a sua história  na Groenlândia, é lida e comentada em Cuba, alguém no Alasca acrescenta um ponto ou uma virgula e na Austrália acrescentam uma vivÊncia que é idêntica à partilhada no Brasil e quando nos apercebemos a história está a ser contada, lida, acrescentada, partilhada por milhares de pessoas que têm em comum vivências, tristezas, alegrias, medos, incertezas e que apoiam, odeiam, criticam e amam tudo no momento, tudo agora, tudo já!

Os Social Media são o veículo que permite a circulação, difusão e partilha destas histórias que contêm uma imensidão de sentimentos e para que tudo aconteça rápido o Twitter foi escolhido o “mestre de cerimonias”. É o “expert”  na rapidez e no dinamismo, só permite mensagens condensadas (140 carateres) o que provoca um ritmo incessante de twitees e  retwitees, numa rede que não para de twittar.

Nesta troca constante, aproveita-se para fazer divulgação e integrar informação. Ressaltam-se, neste documentário, as opiniões e experiências nas áreas de Jornalismo, Política, Marketing e Entretenimento.

Este é um jogo que se tiver uma boa estratégia, com táticas ponderadas e adequadas poderá ser jogado durante muito tempo com excelentes resultados para todos os jogadores!

To see:

Presentation: https://www.youtube.com/watch?v=FF-BCjd5q3g

Full documentary: https://www.youtube.com/watch?v=0HYDj0xqhuM&t=28s

 

 

UM RP NO METRO

Foi proposto que utilizássemos um transporte público e que avaliássemos essa deslocação com o olhar crítico (?!) de um RP.

Confesso que quando optei por este desafio em particular o fiz por achar que seria o mais fácil de conseguir. Erro meu.

Sou utilizadora de transportes públicos, nomeadamente, da rede de metro, há mais de 25 anos. Sempre na ótica do utilizador comento os constantes atrasos, a reduzida quantidade de carruagens, o intervalo superior aos 5 minutos entre um e outro metro, o ir de pé, sei lá… tudo o que me afeta e que por vezes faz com que o meu dia tenha um começo desagradável…

Na passada semana quando decidi ser este o assunto do post a publicar, comecei a ponderar aspetos, que, embora pareça impossível, até aí se não posso dizer que não via posso afirmar que passavam totalmente desapercebidos.

E desde a partida na estação do Lumiar até à chegada à estação do Marquês de Pombal, reparei em muitos pormenores e analisei registei e comentei questões até aí para mim irrelevantes.

Sem me poder distanciar totalmente do meu perfil de mero utilizador da rede de metro de Lisboa dei por mim a registar os acessos – se existiam rampas na entrada principal, se as entradas/saídas eram amplas, se o pavimento era antiderrapante, se existiam impedimentos de alguma ordem. E depois verifiquei se os pórticos tinham abertura segura, se o controlo de tempo para passagem era o correto, se as escadas eram de fácil acesso, se havia elevador para transporte de pessoas com limitações.

01

E assim dei por mim na plataforma e aí reparei em toda a envolvente, desde os placards informativos até aos anúncios luminosos contendo avisos informativos em constante atualização para os utentes. Notei a alteração de mensagens. Vi os funcionários nos seus guichés.

0302

 

 

 

 

Apercebi-me que existem muitos bancos ao longo da estação, caixotes de lixo, linhas amarelas de segurança bem marcadas, barreiras protetoras em aço. Não há lixo no chão, não há paredes pintadas, não há ruído desconcertante, só o murmúrio de dezenas de pessoas à espera num mesmo lugar.

0405

Depois dos já habituais 5 minutos de espera, em hora de ponta!, chegou a minha desilusão, carruagens a abarrotar!

06

O que resultou numa longa viagem de 30 minutos em pé, num ambiente saturado, com ar rarefeito visto o ar condicionado estar desligado (dizem que é para poupar…). Sem espaço para a mala que atafulho junto de mim e com o cotovelo da “vizinha” enfiado nas minhas costas, por que teimava em continuar o seu jogo tetris.

0708

Finalmente chegamos. Saída turbulenta com alguns encontrões robustos e uma pisadela de um belo sapato de salto agulha que me fez gemer de um modo quase audível e que sorte eu não dizer palavrões.

A estação de chegada menos iluminada, sombria. Com uma afluência de passageiros atroz. E depois a subida de um lanço de escadas em várias filas, encostadinhos uns aos outros.

No cimo das escadas deparamo-nos com uma única porta automática de saída o que forma um autêntico “garrafão”. Mesmo assim, mostras de algum civismo, cada um espera pela sua vez e até há quem ceda a passagem.

09

Saída para mais um átrio de confluência uma verdadeira encruzilhada de gente que se cruza em todas as direções.

E finalmente o sol, mais um lance de escadas e Lisboa, cidade de luz, a obrigar-me a esquecer os últimos 30 minutos de tormento.

Links úteis:

http://www.metrolisboa.pt/

http://jf-lumiar.pt/

http://www.metrolisboa.pt/informacao/planear-a-viagem/diagrama-e-mapa-de-rede/marques-de-pombal/

 

“There’s no such thing as Strategy, just Tactics, Tactics, Tactics” Really?!

difer1

Tenho a certeza que neste semestre foram os conceitos mais ouvidos, sempre juntos como se de um par famoso se tratasse e sempre pela mesma ordem, Estratégia primeiro e Táticas depois, não deve ser casual…

Tão interligados que se torna difícil por vezes identificá-los “per si”, devido a sua importância merecem uma definição condigna para que não restem dúvidas:

Estratégia: Ciência das operações militares. Combinação engenhosa para conseguir um fim. https://www.priberam.pt/dlpo/estratégia

strat3

Tática: Arte de dispor e de empregar as tropas, no terreno, onde devem combater. Habilidade, para dirigir qualquer situação ou negócio. https://www.priberam.pt/dlpo/tática

tac1

Está mais claro?! Talvez seja melhor reforçar…

difer5

  • A estratégia é o plano que traçamos para chegar rapidamente ao nosso destino.  A tática é o meio que nos permitirá executar a estratégia definida.

capa1

  • A estratégia é estudo, planeamento e conceção. A tática é oportunidade e execução.

 

Tática é saber o que fazer quando há o que fazer; estratégia é saber o que fazer quando não há nada a fazer”. Tartakower.

difer3

Estratégia e tática designações diferentes mas complementares e essenciais para a obtenção de um bom resultado.

Anexo

A Arte da Guerra | History.com https://www.youtube.com/watch?v=Pfr2_0bQJzw&feature=youtu.be

Links

http://smartkiss.net/estrategia-de-social-media-para-negocios-b2b/

https://www.linkedin.com/pulse/chapter-5-leading-managing-dave-maloufhttp://smartkiss.net/estrategia-de-social-media-para-negocios-b2b/

http://charliesaidthat.com/digital/digital/difference-between-marketing-strategy-vs-tactics-an-example/

http://sheltonbusinessservices.com/2014/11/24/what-are-strategies-and-tactics/

 

 

Sobre a Liberdade | John Stuart Mill

Book

“It is to be hoped that there is no longer any need to defend the ‘liberty of the press’ as one of the protections against corrupt or tyrannical government.”

 Parece impossível que Stuart Mill (1806-1873) tenha escrito esta sua obra “On Liberty” em 1859. Elaborada após o falecimento da mulher e a ela dedicada de modo eloquente.

Já passaram dois séculos e ainda hoje muitas das matérias representam a atualidade. Parece a obra de um visionário de tal maneira as ideias explanadas e desenvolvidas são assuntos ainda hoje constantemente abordados, que nos afetam e geram debate.

O cerne da comunicação nesta obra prende-se com a necessidade de haver debate de ideias, de existirem várias opiniões. Nunca saberemos se a nossa realidade não poderá ser ainda mais verdadeira se não a confrontarmos com outra. Não existe vantagem em comunicar unicamente o erro sem comunicar também a verdade. O erro confirma, melhora e complementa a verdade. São inerentes e necessários. Só o conhecimento de um permite a afirmação do outro.

Este debate, esta compreensão só se atinge com a existência de liberdade de expressão total. Sem que, no entanto, possa existir invasão do espaço do outro, o que unicamente será permitido em casos de notória falta de faculdades ou caso envolva crianças.

“Your rights end where his nose begins”

É o enfatizar da liberdade individual e a exigência de que temos de fazer uso dela em detrimento da imposição social de que todos devemos andar a um mesmo ritmo sem considerar mudanças. Devemos questionar sem aceitar o que nos é proporcionado pelos nossos antecedentes. As nossas capacidades vão muito além da imitação.

A opressão da sociedade em relação à individualidade e a falta de reação poderá conduzir a países formatados e constituídos por rebanhos de ovelhas, que mesmo assim, segundo afirma Stuart de Mill, poderão ter mais capacidade de raciocínio que nós.

“Human beings are not like sheep; and even sheep are not undistinguishably alike”

Para quem ficou confundido e curioso sobre toda esta temática, aconselho vivamente a leitura do livro e até vos deixo o link da obra na sua versão original.

Para mim, que fiquei surpreendida e interessada, o próximo será:

foto2

Links: http://www.gutenberg.org/files/34901/34901-h/34901-h.htm

PR Stack – A Caixa de Ferramentas

box

Esta semana fomos convidados à investigar sobre PR Stack. Nunca tinha ouvido falar, nem sequer me tinha cruzado com esta designação nos documentos lidos nestes dois últimos anos.

E como sempre quando isto acontece, comecei a minha investigação e “Google it”. Em português não consegui encontrar nada que me ajudasse, fiquei surpreendida. Avancei para o inglês e aí sim encontrei tudo o que precisava.

O PR Stack é como uma “caixa de ferramentas” online que contém mais de 250 instrumentos que permitem aos profissionais executar tarefas específicas e facilitar os processos complexos. Existem variadas ferramentas desde filtros à edição de programas.

texto1

O acesso é fácil https://prstack.co/#/, são apresentadas áreas para seleção (publicity/media relations; branded/owned media; influence areas relations ou community) e depois é só escolher os resultados (goals) que pretendemos obter (planning; insighns; management; content, channel, monitoring e analytics).

pc

A partir destas duas opções surgem as ferramentas consideradas adequadas à nossa consulta e que deveremos estudar de modo a concluirmos qual a melhor opção para o que pretendemos.

Existem dois livros para download gratuito que explicam em detalhe o modo de trabalho deste site discriminando todas as ferramentas envolvidas.

Optei por três aplicativos ligados à Google, pela simplicidade de utilização, excelente capacidade de resposta e de uma utilidade extrema

1. Google Alerts https://www.google.pt/alerts

Esta ferramenta monitoriza a web à procura dos conteúdos solicitados e alerta o usuário dos resultados encontrados. Muito fácil de usar e com uma resposta eficaz. Permite, por exemplo, pela procura do nome de uma empresa, obter todas as notícias ou menções à mesma. Essa informação é enviada para o nosso e-mail com os correspondentes links. Quando solicitamos um alerta é imediatamente elaborada uma triagem das últimas notícias relativas ao “assunto” em apreço, o que nos permite iniciar de imediato a investigação.

Para uso frequente quando se quer estar atualizado sobre alguma matéria pertinente.

texto2

texto 3

2. Google Scholar/Académico https://scholar.google.pt/

Esta ferramenta monitoriza a web à procura dos conteúdos de índole exclusivamente académico. Os resultados obtidos são garantidos e a informação credível. Como a anterior ferramenta apresentada, esta também é simples de utilizar e com uma ótima capacidade de resposta.

texto4

Os resultados são obtidos em publicações de entidades de ensino, em livros, revistas ou quaisquer publicações desde que sejam verosímeis. Por vezes não são disponibilizadas as versões completas mas permite visualizar parte do texto, nome do autor e informação relativa à publicação.

Permite criar uma biblioteca na nossa caixa de correio e modificar as definições de acordo com o pretendido.

É imprescindível no mundo universitário mas também no profissional, pois permite atualizações relativas aos trabalhos executados por outros sobre determinado setor ou matéria.

Para uso diário de universitários e estudantes em geral (e não só).

3. Google Suggest http://keywordtool.io/google-suggest

Esta função Google é rápida e intuitiva. Funciona sugerindo resultados assim que o usuário começa a digitar o termo que procura. Automaticamente dá sugestões para completar a palavra, adicionando termos passíveis de serem associados. As propostas surgem não só dos vários históricos existentes como também de anteriores pesquisas nossas, obtendo-se assim, através desta associação, um resultado único.

texto5

Na ordem de apresentação dos resultados são equacionadas diferentes variáveis como por exemplo, importância, popularidade, idioma, e “moda”. Para usar diariamente, é um facilitador de tarefas.

texto6

Stephen Waddington

http://wadds.co.uk/2015/02/25/meet-prstack-community-web-app-step/

http://wadds.co.uk/2015/03/26/prstack-toolbox-free-public-relations-tools/

Criei uma página no LinkedIn, e agora?

1

Antes de responder à questão que dá título ao post desta semana, creio que deverei referir alguns dos procedimentos elaborados até chegar a este ponto.

Em primeiro lugar perguntamo-nos se seria ou não conveniente para a empresa estar representada e assumir um posicionamento na plataforma LinkedIn. Resposta fácil, pois para que qualquer empresa possa ser conhecida e reconhecida deverá estar exposta neste espaço de encontro profissional.

É extraordinariamente marcante o crescimento da presença das empresas portuguesas no LinkedIn. O número de registos situa-se muito perto dos 20.000. E só não é maior devido a questões que envolvem o registo de páginas.

Este Social Media é uma ferramenta muito forte que serve claramente para a divulgação das empresas, para estabelecer contatos com os públicos-alvo, para partilha de estratégias, parcerias e conhecimentos o que permite, claramente, o aumento de projeção e notoriedade da empresa.

A partir do momento que ficamos convictos da mais-valia desta plataforma para a nossa organização e de todos os benefícios inerentes, demos início à seguinte etapa que foi a elaboração da nossa “Company Page”. Para esta fase o nosso aliado foi o próprio LinkedIn que em poucos passos nos conduziu na composição (https://www.linkedin.com/help/linkedin/answer/4463/criar-uma-company-page-do-linkedin?lang=pt).

2

É aqui que devemos apresentar um layout bem pensado, estruturado e que se encontre de acordo com o que pretendemos comunicar, refletindo sempre a natureza da empresa.

Deverá ser sempre planeado para que a administração da página seja feita de modo cuidado e planeado.

As páginas deverão ser elaboradas de modo criterioso e a informação que é colocada tem de ter conteúdo. Dar informação detalhada da empresa e definindo o posicionamento da empresa.

É de todo o interesse que a página contenha toda a informação útil e também que se fomente e estimule a adesão dos colaboradores à plataforma ligando-se à página da sua empresa.

Estando a página da empresa nesta plataforma que se encontra inserida num ambiente muito ativo não poderá ficar parada. Tem de ser atualizada frequentemente. Os conteúdos devem ser revistos e renovados. Tentando estar sempre na vanguarda da informação, com notícias recentes, novos produtos, novos serviços. Os públicos deverão reconhecer a empresa por esta esta qualidade. Não devermos menosprezar a imagem elaborando formatos criativos e cativantes Colocando fotografias e vídeos apelativos de modo a se tornar um convite para uma visita. Se a empresa for reconhecida por estes atributos poderá atrair boas parcerias.

Temos também que ponderar claramente de que modo devemos cativar e informar os nossos Públicos e como iremos manter a informação atualizada, tendo em conta o que é colocado na página para que não afete a credibilidade da empresa.

Deverá existir também um controlo dos resultados. A plataforma disponibiliza a verificação dos dados analíticos das páginas. Estes dados permitem saber se o que estamos a oferecer esta a resultar ou não e assim poderemos modificar o modo de atuação de modo a obter melhores resultados.

3

Esta ferramenta de ligação deverá ser usada para benefício de todos os envolvidos, quer seja a empresa quer seja o profissional que nela trabalha ou qualquer outro profissional ou empresa que esteja ligado.

http://www.linkedportugal.com/

Rentabilizar a presença online no LinkedIn

http://www.linkedportugal.com/2016/05/15/top-10-empresas-portuguesas-no-linkedin-2016/

Top 10 Empresas Portuguesas no LinkedIn 2016

 

Social Media: o que mudou nos últimos 15 anos?

foto1

A Evolução das Social Media!

Em 1994, é criada a primeira social media, Geocities. Em 1997 surge a AOL e SixDegrees.com. Começando a partir de aqui a aparecer inúmeras “redes sociais”, como a Friendzy ou o Hi5.

A evolução da comunicação e dos meios de divulgação, sobretudo o avanço da internet como plataforma de distribuição de conteúdos e funcionalidades abriu um novo leque de opções para comunicar nos diversos setores de forma fácil e natural, quase espontânea.

Proliferam os social media com características sociais que permitem aproximar as pessoas de um lado ao outro do planeta.

Em meados dos anos 90 a internet está marcadamente na moda, Surgem a Amazon e o Yahoo. Toda a gente tem um computador com ligação à internet. Intensifica-se a utilização da internet popularizando-a como veículo de transmissão tanto no ambiente profissional como no privado.

Surge o LinkedIn em 2003 com uma vertente mais séria e voltado para o estabelecimento de conexões profissionais. Esta rede tem hoje em dia trinta milhões de utilizadores.

Em 2004 surge o Facebook. Em 2006, passa da área universitária para o público geral, maior de 13 anos. Em 2008 ultrapassa todas as outras social media. Hoje o número de utilizadores em todo o mundo já ultrapassou os mil milhões.

É com estes mecanismos que os utilizadores recebem e partilham informação, quer seja original/pessoal ou simples divulgação das opiniões e notícias de outros.

Com plataformas que permitem uma interação clara entre indivíduos das mais variadas formas. Desde as partilhas a nível do espaço social e lúdico passando pela divulgação de ideias e conceitos até à venda de produtos, permitindo posicionamento na sociedade de comunicação e consumo.

Hoje em dia existem aproximadamente 600 sites de redes sociais na internet.

foto2

Em Portugal, um estudo realizado pela Marktest, em julho de 2016, conclui que entre os utilizadores de social media:

  • 94% tem conta no Facebook e 43% no YouTube.
  • 21% abandonou uma rede social no último ano.
  • 37% usa smartphone para aceder às redes sociais entre as 18 e as 20 horas.
  • 25% considera ter aumentado o tempo dedicado às redes sociais no último ano.
  • 67% segue figuras públicas e 62% segue marcas nas redes sociais.
  • 87% costuma ver vídeos nas redes sociais.

Estudo realizado pela Marktest, com base de 819 entrevistas, realizadas online entre 30 de Junho e 19 de Julho de 2016.

http://www.marktest.com/wap/private/images/Logos/Folheto_redes_sociais_2016.pdf

Sendo também de referir que de 2008 para 2015 o número de utilizadores em Portugal triplicou. Passando de 17,1% para 54,8.

O Facebook mantém a liderança, seguido do YouTube, Google, LinkedIn, Instagram e Twitter, segundo estudo da Marktest.

A nível mundial as opções não diferem muito, sendo as mais utilizadas:

foto3

É expectável que o progresso se mantenha com o aparecimento de novas plataformas e a melhoria das existentes. Algumas que não apresentem novidades apetecíveis tenderão a desaparecer na imensidão de conteúdos que povoam a infatigável internet.

foto4